Esta é a última postagem da série dedicada à análise crítico-filológica das ocorrências da expressão Sie wissen das nicht, aber sie tun es — “Eles não sabem, mas o fazem” — nos escritos ontológicos de György Lukács. Depois de examinarmos sua presença em Para uma Ontologia do Ser Social, voltamo-nos, nesta etapa conclusiva, aos Prolegômenos para uma Ontologia do Ser Social, último grande texto filosófico do autor, redigido em 1970. Como salientamos desde o início, nosso propós
Nesta penúltima postagem da série, voltamos nossa atenção às primeiras ocorrências da expressão Sie wissen das nicht, aber sie tun es — “Eles não sabem, mas o fazem” — presentes nos Prolegômenos para uma Ontologia do Ser Social, último texto filosófico de Lukács, redigido em 1970, nos meses finais de sua vida, e publicado postumamente em 1984. Nosso objetivo é, por meio do exame dessa formulação em Lukács, compreender como o filósofo marxista húngaro articula elementos fundam
Nesta quinta postagem da série, voltamos nossa atenção para as últimas ocorrências da célebre formulação Sie wissen das nicht, aber sie tun es presentes no segundo volume da Ontologia do Ser Social, de György Lukács. O propósito permanece o mesmo: examinar cuidadosamente cada uma dessas passagens, acompanhando o modo pelo qual Lukács reinterpreta e desloca a sentença marxiana — até convertê-la em uma categoria de alcance decisivo para a elaboração de sua ontologia da práxis e